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Depoimentos



Águeda de Fátima Ferreira, 48 anos,técnica de enfermagem
Fui diagnosticada com um sopro no coração e tive um aneurisma. Meu médico me encaminhou para o Dr. Robinson Poffo. Na primeira consulta que tive com ele, soube que faria a operação convencional com o peito aberto. Depois recebi uma ligação para adiar a operação, pois eu poderia fazer o procedimento com uma nova técnica. Sou técnica de enfermagem. Trabalhei durante sete anos em UTI e vi diversos pós-operatórios bastante traumáticos. Tive um pouco de medo, mas fiquei mais confiante com as explicações do Dr. Poffo sobre a cirurgia cardíaca vídeo-assistida minimamente invasiva. Depois da operação fiquei apenas cinco dias no hospital. A recuperação foi muito rápida. Em 15 dias eu andava e depois de três meses já fazia todas as atividades normais do meu dia-a-dia. A minha cicatriz é bem discreta e marca mais uma batalha que venci. Hoje cuido da minha alimentação e faço atividade física regularmente.

Lilian Larsen Fagundes, 40 anos, professora do município de Joinville
Desde pequena eu sofria com dores e falta de ar. Eu precisava ser operada e meu médico me indicou o Dr. Robinson Poffo, pois estava com febre reumática na válvula mitral. Fiquei apreensiva: uma operação é sempre traumática. Quando Dr. Poffo me explicou o método da cirurgia cardíaca vídeo-assistida pelo mamilo, fiquei mais tranqüila. Tenho três filhos pequenos que exigem atenção e eu precisava ter uma recuperação rápida. Foi exatamente o que aconteceu. Fiquei apenas cinco dias no hospital e depois de duas semanas já andava e fazia algumas atividades leves. Depois de dois meses, andava de bicicleta, dirigia, cuidava da casa e já podia voltar ao trabalho. Além disso, o método me deixou com uma cicatriz muito pequena e discreta, bem diferente daquelas que costumam ficar nos operados pela técnica convencional

Helena Maria Felisberto, 47 anos, dona-de-casa
Não me sentia bem, mas eu pensava que era uma gripe. Fiz uma série de exames e com os resultados, veio o susto: eu tinha um problema no coração. Fui diagnosticada com estenose mitral (estreitamento da válvula, o que aumenta a resistência ao fluxo sanguíneo) e foi orientada por meu cardiologista a procurar o Dr. Robinson Poffo, pois eu precisaria fazer uma cirurgia. Fiquei assustada, pois eu ainda não sabia que existia um novo método menos invasivo. Em quatro dias, deixei a UTI e em uma semana voltei para casa. Nos primeiros dias eu sentia um pouco de dor, mas executava minhas atividades normalmente. Em um mês eu subia e descia escadas e fazia caminhadas como antes. Hoje, seis meses depois da cirurgia, estou muito contente com o resultado. A pequena cicatriz não incomoda e não causa nenhum tipo de constrangimento, pois ela é praticamente inexistente. Cheguei a procurar um cirurgião plástico no pós-operatório, mas ele falou que não seria necessário nenhum procedimento e que logo a marca diminuiria muito. Foi o que aconteceu. Eu recomendo a todos que precisam passar por esta cirurgia, que façam este método. A recuperação foi ótima e rápida e a parte estética foi privilegiada. Além disso, o Dr. Poffo foi muito companheiro e atencioso durante todo o período pré e pós-operatório

José Manoel Mariano, 55 anos, carreteiro
Eu viajo muito. Estava lá em Rondônia quando comecei a passar mal. Quando voltei para Joinville comecei a ter febre e outros problemas. Depois de ir ao médico descobri que minha válvula órtica esta calcificada e fui encaminhado para o Dr. Robinson Poffo. Não tive medo, mas fiquei bastante nervoso, pois mexer no coração é muito sério. É a principal parte do nosso corpo. Passado o susto inicial, fiz a operação. Foi tudo muito tranqüilo. Eu pensava que seria mais perigoso, mas o Dr Robinson Poffo foi muito bom. Fiquei cinco dias na UTI. Em 20 dias eu já dirigia meu carro e em 26 dias voltei a andar de bicicleta. Teve até uma reportagem local que fez uma matéria comigo, pois tive uma recuperação realmente muito rápida. Sei que fui a primeira cirurgia com esta técnica vídeo-assistida do Brasil, que além de recuperação mais rápida me deixou com uma cicatriz bem pequena, quase nem da para ver